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Esse post pretende transmitir informações específicas sobre purificação e controle da qualidade de água para uso em laboratórios e outros fins mais nobres como hemodiálise ,uso hospitalar, produção de medicamentos e de equipamentos eletrônicos etc.. Para atender a crescente sensibilidade exigida em suas pesquisas, várias organizações profissionais têm estabelecido padrões de qualidade de água. Hoje especificamente vamos falar sobre o aparelho de osmose reversa.

Água Tipo I: pode ser considerada como a água de qualidade “ideal”, isto é,a água com a melhor qualidade possível de ser obtida com a tecnologia disponível atualmente para tratamento e purificação de água. Deve ser usada em métodos de análise que requeiram mínima interferência e máximas precisão e exatidão (absorção atômica, espectrometria de emissão de chama,traços de metais, procedimentos enzimáticos sensíveis a traços de metais,
eletroforese, cromatografia líquida de alta resolução, fluorometria); preparação de soluções-padrão e de soluções tampão; processos onde a  presença de microrganismos deve ser mínima.A água tipo I deve ser usada no momento em que é produzida; não deve ser  estocada, pois sua resistividade diminui, podendo ocorrer lixiviação de metais e/ou compostos orgânicos do frasco de estocagem e também desenvolvimento / contaminação bacteriana.


Água Tipo II: reagentes em geral, sistemas de microbiologia e métodos /processos aos quais não é necessário o uso da água tipo I e da água para aplicações especiais. O aparelho de Osmose Reversa  é um sistema de purificação em que se obtém água com elevado grau de pureza, atendendo as exigências laboratoriais, farmacêuticas, hospitalares e indústrias.Produz água tipo II com condutividade menor que 1,25 µS/cm (dependendo da água de alimentação). Tecnologia ideal para redução do consumo de água e energia, esta economia chega a cerca de 7 vezes no uso de água e 10 vezes do gasto de energia. Alguns modelos de aparelho de osmose reversa para laboratório possuem:

Filtro de PP de 5 micras
Filtro de PP de 1 micra
Filtro de carvão ativado
Lâmpada ultravioleta
Membrana de osmose reversa
Resina mista de troca iônica
Filtro microbiológico 0,45/0,22 micra.

Atende as normas da Anvisa e USP XXVI, para utilização farmacêutica e para fabricação de cosméticos. Consulte o melhor modelo que atenda a sua necessidade

 Água Tipo III: para lavagem de vidraria em geral, produção de água de maior grau de pureza e preparação de culturas bacteriológicas.
Água para Aplicações Especiais: utilizada em procedimentos que requerem a remoção de contaminantes específicos – remoção de pirogênicos para cultura de tecidos / células e remoção de traços de orgânicos para cromatografia líquida de alta resolução.

Algumas tecnologias para a purificação de água laboratorial: deionização; osmose reversa; filtração; adsorção em carvão ativado; ultrafiltração; oxidação com radiação ultravioleta; adsorção orgânica etc., sendo os principais descritos a seguir.

DEIONIZAÇÃO : utiliza um deionizador , é comumente utilizada nos laboratórios para produzir água purificada de consumo rotineiro; funciona através da adsorção das impurezas pelas resinas de troca iônica: as resinas catiônicas trocam seus íons hidrogênio (H+) por contaminantes catiônicos (cálcio, magnésio, ferro,alumínio, manganês, cobre, zinco, cromo, níquel e outros metais e cátions diversos); as resinas aniônicas trocam seus íons hidroxila (OH-) por contaminantes aniônicos (sulfato, sulfito, sulfeto, clorato, clorito, cloreto,
nitrato, nitrito, fosfato, fluoreto e outros ânions, além da sílica).

 

 

OSMOSE REVERSA:  a osmose reversa pode ser melhor explicada após se entender o processo natural da osmose. Osmose é o movimento da água através de uma membrana semipermeável, do lado com menor concentração

Devido à sua excepcional eficiência de purificação, a osmose reversa é uma opção que tem uma relação custo / benefício muito atrativa para um sistema de purificação de água. Devido à sua alta capacidade de remoção de bactérias e pirogênicos, o uso  aparelho de  osmose reversa é freqüentemente combinada com a deionização de modo a reduzir consideravelmente a freqüência de regeneração das resinas de troca iônica, o que aumenta muito a vida útil das mesmas. A osmose reversa, isoladamente, é um recurso para se obter água pré-purificada de alta qualidade, adequada para muitas aplicações de rotina  em laboratório.

 

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