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Não se sabe exatamente quem inventou o microscópio porém sabe-se muito bem que depois dessa invenção, lá pelo início do século XVII, a percepção do mundo em relação a ciência  ficou muito diferente. Muitos atribuem a invenção do microscópio óptico  a Galileu, porém foi Leeuwenhoek quem realmente aperfeiçoou o instrumento de laboratório  e o utilizou na observação de seres vivos. O microscópio eletrônico apareceu em 1932 e vem sendo rapidamente aperfeiçoado. Os  microscópios mais atuais permitem aumentos de 5 mil a 500 mil vezes, sem muita dificuldade. A diferença básica entre os microscópios ótico e eletrônico é que neste último não é utilizada a luz, mas sim feixes de elétrons. No microscópio eletrônico não há lentes de cristal e sim bobinas, chamadas de lentes eletromagnéticas.

 

O grande problema do microscópio óptico sempre foi que não se pode ver matéria viva nesse tipo de equipamento.  Nos dias atuais cientistas criaram o microscópio CRIO-ME. O  microscópio crioeletrônico,  rendeu o Nobel de Química deste ano a Jacques Dubochet, Joachim Frank e Richard Henderson. Pesquisadores podem congelar biomoléculas no meio do movimento e visualizar processos que nunca viram anteriormente, o que é decisivo tanto para a compreensão básica da química da vida quanto para o desenvolvimento de produtos farmacêuticos.

É um enorme progresso para ver o que acontece dentro de estruturas que antes você tinha que cortar em fatias ou ver apenas o lado de fora. Agora podemos ver toda a estrutura”, disse a pesquisadora.

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