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Com o avanço da tecnologia, medicina e diversas outras áreas influenciadas pelo homem, o setor de equipamentos para laboratório também recebeu destaque ao longo dos últimos anos – com novos lançamentos e também otimizações de diversos processos operacionais. Quando o assunto é conformidade, há ocasiões onde há exigência de determinado grau de esterilidade, o que garante resultado eficaz e confiável na análise do usuário final – e hoje nosso post aborda esse tema muito importante, principalmente para quem trabalha na área laboratorial.

A esterilização trata-se da destruição de todas as formas de vida microbiana (bactérias, esporos, fungos, helmintos, protozoários e vírus), resultante de um processo que utiliza agentes químicos ou físicos. Durante esse processo, o principal objetivo é incapacitar a reprodução de todos os organismos presentes no material que será esterilizado, provocando a morte microbiana até que a probabilidade de sobrevivência seja extremamente baixa. Consequentemente, o produto pode ser considerado estéril.

Abordando um pouco mais sobre microbiologia, dentre todas as formas de vida microbianas existentes – como já previamente citadas – a forma mais resistente aos agentes esterilizantes são os esporos, e devido a este fato, o grau para assegurar que um processo de esterilização foi eficaz, é detectar que todos os esporos foram destruídos.

A autoclave é um dos principais equipamentos utilizados para procedimentos de esterilização, e esta autoclavação a vapor é considerada um processo físico, na qual envolve calor para que ocorra a destruição de constituintes essenciais, como a desnaturação de enzimas, além de ser o método mais recomendado pela ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) para materiais termorresistentes. Através de combinações de tempo, pressão e temperatura, é possível uma grande variedade de ciclos no processamento de produtos para a saúde.

O gráfico abaixo mostra alguns parâmetros envolvidos em um ciclo de esterilização e segundo o Especialista em Regulação e Vigilância Sanitária, João Henrique Campos de Souza, a fase de pré-vácuo possui importância de limpeza e pressão de vapor.

De acordo com a RDC/ANVISA nº.15/2012 (Art. 4º.) algumas recomendações são citadas para que o usuário atente-se antes de utilizar a autoclave e também anualmente – sobre a qualificação de instalação, operação e desempenho.

A SPLABOR possui diversos modelos de autoclaves em seu portfólio.

Qualquer dúvida técnica sobre os equipamentos contidos no portfólio SPLABOR e cotações, entre em contato com o Departamento de Vendas ([email protected]) que encontra-se à disposição.

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