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Com todo o conceito e curiosidades já abordadas sobre microscópio óptico binocular  no blog SPLABOR – se perdeu esse post, confira-o clicando aqui – muitos usuários ainda se questionam sobre qual seria a diferença entre microscópio biológico e um microscópio estereoscópio ou estereomicroscópio.

O microscópio estereoscópio  também é considerado um equipamento para laboratório, óptico que permite ao usuário visualizar uma amostra de maneira ampliada e tridimensional. Existem modelos de microscópios binoculares ou microscópios trinoculares – este último utilizado em situações onde se deseja acoplar uma câmera para fotografar ou filmar.

 

Em qual situação deve-se utilizar um microscópio óptico biológico  ou microscópio estereoscópio?

A resposta mais exata para essa pergunta seria que, tudo depende do tipo de amostra na qual o usuário deseja visualizar no equipamento. Para amostras, como por exemplo, células sanguíneas, da pele ou de qualquer outra origem e bactérias, entre outras, o indicado é um microscópio biológico. Já para avaliação de amostras, como por exemplo, rochas, peças de equipamentos eletrônicos ou de metal, circuitos de placas, tecidos, moedas, jóias, flores e diversos outros, deve-se adotar um estereomicroscópio.

Em um microscópio biológico, a platina é desenvolvida para acomodar apenas lâminas de microscopia. Não há espaço e nem conformação para posicionar objetos grandes. Na maioria dos modelos, a iluminação é transmitida de baixo para cima (com exceção dos modelos de microscópio invertido, na qual a iluminação é transmitida de cima para baixo e as objetivas são posicionadas embaixo da platina). O poder de ampliação – alterado por meio da rotação do revólver de objetivas – também é superior se comparado ao estereomicroscópio.

Em contrapartida, o microscópio estereoscópio ou estereomicroscópio possui espaço destinado para visualização de objetos maiores como peças, moedas, flores e rochas, etc. A ampliação é ocasionada pelo ajuste do zoom e a faixa de aumento pode variar de acordo com o modelo e fabricante. Já a iluminação também pode ser ajustada de acordo com o tipo de amostra, ou seja, ela pode ser transmitida tanto de cima quanto por baixo (o usuário liga apenas a que for de seu interesse). Em outras palavras mais técnicas, a iluminação que vem por cima da amostra também pode ser denominada de iluminação episcópica (superfície), ou seja, ela se concentra na superfície da peça, cujos detalhes aparecem na ocular, podendo se tornar mais evidentes se o relevo for nítido e pouco acentuado, muito comumente utilizada na verificação de acabamentos superficiais, gravações, moedas, circuitos, entre outros. Para a iluminação que ocorre por baixo da amostra, ela também é conhecida como iluminação diascópica (contorno), pois a iluminação transpassa a peça que será examinada, e consequentemente, visualiza-se uma silhueta limitada pelo perfil da amostra que se deseja verificar.

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Tanto um microscópio óptico  biológico quanto um microscópio estereoscópio podem ser utilizados em diversos segmentos com suas respectivas análises: exames médicos, pesquisas em sítios arqueológicos e áreas agrícolas, análises de plantas, folhas (amplamente utilizados em estudos de botânica), departamentos de geologia, restauração de obras de arte, além de universidades e escolas, entre outros.

A Splabor também trabalha com as lâminas para microscópio e variados tipos de lamínulas para microscópio da linha Olen.

Confira os modelos contidos no portfólio SPLABOR:

– Microscópio Biológico Binocular;

– Microscópio Biológico Trinocular;

– Microscópio Estereoscópio;

– Microscópio Invertido.

Qualquer dúvida técnica sobre os equipamentos contidos no portfólio SPLABOR e cotações, entre em contato com o Departamento de Vendas ([email protected]) que encontra-se à disposição.

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