Na última quarta-feira (08), o Brasil se deparou com mais um caso de contaminação alimentícia. No Rio Grande do Sul, foi descoberta a adulteração no leite, provocada pela inclusão de uréia e água no leite que seria levado as indústrias. Apreensões foram realizadas durante a Operação Leite Compen$ado.
Em junho de 2012, após uma inspeção de rotina, foi detectada a presença de formol na amostra de leite coletada no Rio Grande do Sul. O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) intensificou então as fiscalizações para encontrar a origem da contaminação. No mês de novembro do ano passado, o Ministério Público do estado foi acionado para auxiliar nas investigações, a partir de então, o problema foi detectado no transporte – etapa entre a fazenda produtora e a entrega para a indústria.
Cinco empresas de transportes foram identificadas como responsáveis pela adulteração do leite, com o objetivo de obter mais volume e conseqüentemente maior lucro nas cargas. Italac, Bom Gosto/Líder, Mu-Mu e Latvida foram as empresas prejudicadas com a ação das transportadoras. De acordo com o site Rural BR, 13 mandados de busca e apreensão e seis prisões foram realizados.
Enquanto isso, como fica o consumidor? Quais ações devem ser tomadas pelo governo na tentativa de impedir fraudes como essa? Quais são os meios para descobrir adulterações em alimentos como deste tipo?
Para o consumidor, o alerta foi dado e os lotes contaminados foram retirados dos postos de vendas, mas ainda resta o receio e a desconfiança na fiscalização efetiva de tudo que se consome. Uma das formas que o governo encontrou para impedir ações como essas foi a criação de órgãos públicos e projetos que visam o acompanhamento e fiscalização dos procedimentos industriais. A Anvisa, por exemplo, é o órgão responsável pela regulamentação de todos os produtos e serviços que possam afetar a saúde da população brasileira. No caso da adulteração do leite, desde 2007 está em vigor o Programa Nacional de Combate à Fraude no Leite, que coleta amostras e realiza análises para determinar as boas condições do alimento.
As análises são o principal meio para a descoberta da qualidade da amostra. No campo biológico, diversos equipamentos para laboratórios podem ser utilizados nesta etapa e um deles é o Titulador para análise de leite, que verifica um dos parâmetros importantíssimos para o controle de qualidade do leite.
O HI 84429 é fabricado pela Hanna, que além de acidez determina também o pH das amostras. Este equipamento dispõe de um software potente, que processa os dados medidos pelo eletrodo e determina automaticamente o resultado da titulação. Basta apenas clicar na tecla ‘Iniciar’ e o equipamento realiza a análise automaticamente. O resultado aparece imediatamente no monitor, e o medidor fica pronto para outra medição.
O HI 84429 tem uma bomba peristáltica simples, para garantir uma maior precisão e repetibilidade das medições. Apresenta também um método de análise pré-programado, desenvolvido para medições de Acidez e pH no leite e soro de leite, assim como um eletrodo de pH, eletrodo de referência, sonda de temperatura e soluções.










