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setembro 27th, 2010

fonte: google

É de responsabilidade das Empresas de Abastecimento garantir a qualidade da água desde a saída dos reservatórios até chegar à sua casa. Mas também é necessário que as pessoas tomem algumas medidas e cuidados para garantir que essa água continue saudável ao passar pelos encanamentos da casa.

Limpeza da Caixa D’água

É importante que a caixa d’água seja limpa ao menos a cada 6 meses para eliminar as bactérias que possam contaminar a água e consecutivamente, prejudicar sua saúde. Pesquisas já apontaram que grande parte das doenças transmitidas pelos alimentos vem do uso de água contaminada, dentre outros fatores. A limpeza é simples e demora cerca de quatro horas.

O primeiro passo é fechar o registro e esvaziar a caixa d’agua, deixando cerca de um palmo de água, que será utilizada na limpeza. (Aproveite a água não utilizada para outros fins como lavar calçadas, regar plantas, etc.) Com uma bucha comece a limpeza da caixa, utilize um pano para tampar a saída, isso evita que a sujeira desça pelos canos. Retire a água com balde e ainda com a saída tampada ligue o registro novamente e deixe encher até a altura de um palmo. Coloque 1L de água sanitária. É necessário que o reservatório fique em contato com a água sanitária por cerca de 2 horas, sendo que as paredes devem ser sempre umidecidas para que a desinfecção seja feita por completo. Após esse período a limpeza está feita, retire o pano para que a água sanitária limpe a tubulação e tampe a caixa d’água.

Quando as redes de distribuição possuem falhas e dão condições de contaminação, corremos o risco de receber água contaminada em nossas casas. Para saber se a água que sai da torneira possui a quantidade ideal de cloro, que é fator importante na desinfecção da água, existem produtos como o fotômetro de mão (também conhecido como fotômetro de bolso)que faz a análise e apresenta os resultados na hora.

O fotômetro de mão funciona de forma simples, prática e pode ser utilizado em qualquer lugar, já que é um equipamento portátil. Por ser um produto de baixo custo acaba sendo uma boa opção na hora de analisar o cloro da água que consumimos, sem precisar chamar uma equipe técnica para tal.

E se, mesmo após a limpeza de sua caixa, a água ainda apresentar irregularidades é de extrema importância a denúncia à Empresa responsável pelo Tratamento da Água.

Conheça os fatores que garantem o padrão de potabilidade da água.

Conheça os tipos e como utilizar o fotômetro de mão.

setembro 13th, 2010

Um dos aspectos de grande importância ao se analisar a qualidade da água é a medição do oxigênio dissolvido existente nela. Ao determinarmos qual a quantidade de oxigênio dissolvido na água poderemos avaliar as condições em que se encontra e detectar os impactos ambientais que ela apresenta, além de indicar a capacidade de um corpo d’água natural manter a vida aquática.  Ele origina-se de duas fontes: do oxigênio da atmosfera dissolvido diretamente e no oxigênio que provém da fotossíntese de plantas aquáticas.

O que produz o aumento ou diminuição oxigênio dissolvido na água é a quantidade resíduos orgânicos presentes nela, pois eles são decompostos por microorganismos que se utilizam do oxigênio na respiração. Assim, quanto maior a carga de matéria orgânica, maior o número de microorganismos decompositores e, consequentemente, maior o consumo de oxigênio. Esses resíduos orgânicos podem ser encontrados, por exemplo, no esgoto doméstico, em certos resíduos industriais, entre outros, que muitas vezes são despejados nos nossos rios e lagos.

Para que haja a quantidade exata de Oxigênio Dissolvido na água é necessário levar em consideração alguns aspectos que influenciam seu índice como a Temperatura da água, velocidade e tipo de fluxo, Altitude, Quantidade de matéria em suspensão, Quantidade de nutrientes, Profundidade, Arborização e principalmente a Poluição, que tem levado à morte da vida aquática em nossos rios.

O equipamento usado pelos profissionais para fazer o controle do oxigênio na água é o Medidor de Oxigênio Dissolvido, que pode ser utilizado em tratamento de água e esgoto, laboratórios, mineração, aquários e controle de qualidade. Conheça esses equipamentos clicando AQUI

Além do controle do oxigênio vale ressaltar a importância de se preservar nossos lagos e rios, evitando o uso incorreto de suas águas e vigiando para sua conservação.

setembro 10th, 2010

As vacinas fazem parte da nossa vida desde nosso nascimento e são essenciais para a eficácia na prevenção contra várias infecções além de ser um instrumento importante para a saúde pública na missão de proteger um grande contingente humano. A vacinação pode ajudar também na erradicação de doenças como ocorreu com a poliomelite e o sarampo no Brasil.

As vacinas são produtos biológicos que derivam ou são semelhantes a um microoganismo causador de uma determinada doença que, ao serem introduzidos no organismo, induzem uma reação do sistema imunológico (semelhante à que ocorreria no caso de uma infecção por determinado agente patogênico), estimulando a formação de anticorpos e criando uma barreira de proteção contra esse agente e às doenças por ele provocadas.

Com o intuito de instituir um calendário de vacinação em território nacional, o Ministério da Saúde criou a Portaria 597 de 08/06/2004 visando promover o controle, eliminação e erradicação de doenças imunopreveníveis. Nesse documento são apresentados os Calendários de Vacinação da Criança, do Adolescente e Calendário de Vacinação do Adulto e Idoso. Acesse a Portaria 597 de 08/06/2004 e veja os calendários de vacinação .

No Brasil, as vacinas dos três calendários obrigatórios do Programa Nacional de Imunizações (PNI) são oferecidas gratuitamente nos postos de vacinação de todo o país ou por equipes de vacinadores, que levam os produtos a áreas de difícil acesso periodicamente. Em algumas ocasiões são realizadas campanhas de vacinação.

Por serem compostas por substâncias sensíveis, que são prejudicadas caso não sejam conservadas nas temperaturas específicas, as vacinas precisam ser armazenadas, transportadas e manipuladas em condições adequadas de refrigeração, desde sua produção até a sua aplicação, para que sua qualidade e eficiência sejam mantidas. Se esse cuidado não for tomado, a vacina perde sua potência e sua capacidade de ação e não pode mais ser restaurada, perdendo o seu efeito. De acordo com a Organização Mundial de Saúde as vacinas precisam ser conservadas em temperaturas entre 2˚ e 8˚C.

Para verificar se as vacinas estão sendo bem conservadas é necessário que se faça o monitoramento da temperatura pelo menos duas vezes ao dia. Os estabelecimentos armazenam as vacinas em Câmaras para vacina, refrigerador para vacina ou geladeira para vacina, como também é conhecida, equipamento capaz de armazenar diversos tipos de imunobiológicos de forma segura e controlada. Conheça alguns modelos de câmaras para vacina.

Podem ocorrer situações em que as vacinas apresentem reações leves como dor e inchaço no local, porém é importante não esquecer que são eventos raros e menores que o impacto da própria doença. As vantagens da imunização superam, em muito, os efeitos colaterais. É válido ressaltar também a necessidade de uma boa administração dos calendários de vacinação em todas as faixas etárias para que a resposta imunológica seja adequada e a prevenção seja eficaz.

Textos adaptados e retirados das fontes: FioCruz; Seimi



agosto 25th, 2010

A qualidade da água é estabelecida através da combinação de características químicas, físicas e biológicas e os padrões de análise podem variar de acordo com a finalidade do uso da água, seja para consumo humano ou lazer, uso industrial ou agrícola ou manutenção do equilíbrio ambiental.

O Ministério da Saúde, juntamente com outros órgãos, criou a Portaria MS n.º 518/2004 que estabelece, em seus capítulos e artigos, as responsabilidades por parte de quem produz a água e para os órgãos e autoridades sanitárias que tem o papel de vigiar esse controle. Essa portaria apresenta medidas, procedimentos e todas as responsabilidades que se referem ao controle e vigilância da qualidade da água para consumo humano e seu padrão de potabilidade, pensando justamente na importância de consumirmos uma água com qualidade: melhoria da qualidade de vida e manutenção da saúde humana.

Parâmetros estabelecidos para analisar a água que consumimos.

pH – O pH é uma medida que determina se a água é ácida ou alcalina. A escala de pH possui uma série de números que variam de 0 a 14 e mostram os graus de acidez ou alcalinidade. O ideal considerado é de é de 6,0 a 9,5.  O que determina o pH existente na água é a análise feita através do método eletrométrico, utilizando-se para isso um pHmetro digital.

Cloro e cloroamoniação –  O cloro é um agente bactericida. Ele elimina bactérias e outros microorganismos que podem estar presentes na água, por isso é adicionado durante o tratamento. De acordo com o Ministério da Saúde, a água que consumimos deve apresentar uma concentração mínima de 0,2 mg/l  de cloro residual.

Turbidez – É a medição da resistência da água à passagem de luz. É provocada pela presença de partículas flutuando na água. A medição é feita a partir de um aparelho chamado turbidímetro, que analisa a concentração das partículas, garantindo ou não a pureza de determinado produto. O valor máximo permitido de turbidez na água distribuída é de 5,0 NTU.

Cor – A cor é um dado que indica a presença substâncias dissolvidas na água. Assim como a turbidez, a cor é um parâmetro de aspecto estético de aceitação ou rejeição do produto.

De acordo com a Portaria 518/04 do Ministério da Saúde, o valor máximo que é permitido de cor na água distribuída é de 15,0 U.C.

Coliformes – Grupo de bactérias que normalmente vivem no intestino de animais de sangue quente. Alguns tipos ser encontrados também no meio ambiente. A presença de coliformes na água não representa, por si só, um perigo à saúde, mas indica a possível presença de outros organismos causadores de problemas à saúde.

Flúor – O flúor é um elemento químico adicionado à água de abastecimento, pois auxilia na proteção dos dentes contra a cárie. O teor de flúor na água varia de acordo com o clima e a temperatura de cada região, já que esses fatores afetam o consumo médio diário de água.

maio 13th, 2010

A DBO (Demanda Bioquímica de Oxigênio) representa a capacidade de uma massa orgânica “furtar” o oxigênio dissolvido nas águas. Isso é resultado da atividade de microorganismos que se alimentam da matéria orgânica.

Condições básicas para DBO:

• Existência de microorganismos: se colocada certa quantidade de calda de esgotos em um frasco com água e em seguida esterilizar a solução, não haverá consumo de oxigênio no frasco. Isto é, a quantidade de oxigênio dissolvido, existente permanecerá a mesma nos dias seguintes.

• Existência de condições aeróbias: não havendo oxigênio dissolvido não pode haver seu consumo. Além disso, os microrganismos presentes devem ser aeróbicos (não é possível a respiração anaeróbia em presença de oxigênio). Mas, há condições que merecem ser compreendidas: se o esgoto lançado em um rio tiver uma parte solúvel e outra sólida, esta última irá precipitar-se no fundo do rio ou do frasco, formando lodo orgânico (ou de esgoto). Assim, embora haja oxigênio na água superficial, o oxigênio não penetrará no interior do lodo, a não ser que se induza uma mistura constante. Mesmo assim, será difícil a penetração do oxigênio no interior das partículas sólidas. O lodo, então, será decomposto anaerobicamente, enquanto que a parte dissolvida, superior, terá decomposição aeróbia. Por conseguinte, só a parte superior gerará demanda bioquímica de oxigênio (DBO) e não o lodo depositado. Por isso, em todo corpo d’água com pequena velocidade de escoamento, por melhor oxigenado que seja, há sempre um ambiente anaeróbio no seu leito. Então, para que não ocorra atividade anaeróbia, com suas conseqüências nocivas e desprendimento de maus odores, deve-se adicionar oxigênio suficiente ao meio para fomentar a atividade aeróbia.

• Existência de compostos assimiláveis: se os elementos orgânicos do esgoto não forem biodegradáveis, não haverá decomposição biológica aeróbia ou anaeróbia. Por conseguinte, não haverá condições para o desenvolvimento de DBO, uma vez que não existirão microorganismos consumindo oxigênio.

A decomposição biológica tem um papel essencial na natureza: degradar a matéria orgânica devolvendo seus elementos ao meio. A decomposição aeróbia é mais vantajosa que a anaeróbica: é mais rápida e não forma subprodutos orgânicos, ainda que feita à custa do oxigênio do meio, originando a DBO.

A DBO, assim, é um fator positivo dos ciclos vitais, ainda que seja necessário haver um equilíbrio entre o consumo e a produção de oxigênio no meio. Para que essa relação não seja prejudicada, não pode haver consumo excessivo, ou seja, excesso de alimento em relação ao volume de água, uma vez que as reservas disponíveis de oxigênio na água são limitadas.

A manutenção desse equilíbrio se resume em dois princípios ou providências:

1. A quantidade de alimento (esgoto e outros despejos orgânicos assimiláveis) lançada ao corpo d’água deve ser proporcional à vazão ou ao volume de água, isto é, à disponibilidade de oxigênio dissolvido. Assim sendo, a quantidade de esgotos que produz uma grave poluição se lançada num pequeno rio, extinguindo seu oxigênio, poderá não causar nenhum dano num grande rio. O conceito de poluição é relativo ao volume de oxigênio do corpo receptor e nunca absoluto.

2. Caso a proporcionalidade acima referida não seja possível, é necessário prover o meio aquático de fontes adicionais de oxigênio. Isto se faz:

  • intensificando sua aeração: a turbulência de um rio que possui cachoeiras ou quedas d’água renova muito mais rapidamente o seu oxigênio, a partir do ar atmosférico. Isto pode ser provocado artificialmente, seja no rio ou no próprio esgoto, antes de ser lançado, mediante borbulhamento de ar comprimido ou forte agitação feita por rotores ou escovas rotativas;
  • desenvolvendo condições favoráveis à proliferação e atividade de microorganismos fotossintetizantes, tais como as algas microscópicas. Os vegetais clorofilados são fontes primárias de oxigênio na natureza.

Fonte: Ambiente Brasil

abril 5th, 2010

O novo HI 9828 da Hanna é um instrumento portátil, que monitoriza até 13 parâmetros de qualidade da água diferentes (8 medidos, 5 calculados).
Para monitorizar e gravar os dados, o HI 9828 está equipado com o exclusivo sistema da HANNA T.I.S. – Sistema de Identificação de Tag: podem ser instalados iButton©s com números de ID únicos em vários locais de amostragem para serem utilizados para gravar informação específica de localização enquanto em registo. O medidor incorpora funções de BPL, e o download de dados é efectuado via ligação USB.
Desenhado para ambientes exteriores, o medidor é resistente a impactos e à água de acordo com as normas IP67 (30 minutos de imersão abaixo de 1 m de água). A sonda multi-sensor pode permanecer debaixo de água (norma IP68). Para calibração em campo, a Calibração Rápida da HANNA permite ao utilizador normalizar o pH, a condutividade e o oxigénio com uma solução.