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Pesquisadores da USP isolaram substâncias extraídas de fungos e algas marinhas que poderão ser utilizadas como matéria-prima de novos protetores solares. A pesquisa iniciada em 2014 nos Laboratórios de Tecnologia de Cosméticos Aplicada à Fotoproteção e de Química Orgânica do Ambiente Marinho, da Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP) da USP, constatou que as substâncias bioativas, além de potencial fotoprotetor, poderiam também ser aplicadas na indústria farmacêutica para a produção de outros cosméticos e medicamentos. Durante os procedimentos foram utilizados diversos equipamentos para laboratório entre eles uma capela de fluxo laminar, esterilizador de alças e agulhas, placa de petri.

A  A pesquisadora Renata manipulando fluxo laminar – Foto: Hosana Maria Debonsi

Diante do fato acima vamos relatar a importância de alguns equipamentos de laboratório e a função de cada um para o desenvolvimento de qualquer pesquisa científica:

 

estufa de esterilização
capela de exaustão
capela de fluxo laminar
banho maria laboratório
agitador magnético
autoclave vertical
chapa aquecedora laboratório
microscópio óptico
estufa bacteriológica
phmetro
bomba de vácuo laboratório
mufla laboratório
determinador de umidade
cabine de segurança biológica classe ii a1

 

 

 

 

Fonte https://jornal.usp.br/ciencias/ciencias-da-saude/substancias-de-organismos-marinhos-podem-ser-usadas-em-protetores-solares/