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Quando o assunto é pesquisa espacial, provavelmente a primeira denominação que surge na mente seja a NASA [National Aeronautics and Space Administration]. Mas o fato interessante é que no Brasil, é possível encontrar Institutos e Agências especializadas no assunto, que também contribuem para o desenvolvimento e até mesmo descobertas nos setores de ciência, tecnologia e Inovação.

A AEB – Agência Espacial Brasileira foi criada em 10 de Fevereiro de 1994 e é responsável por formular e coordenar a política espacial brasileira. Considerada autarquia federal vinculada ao MCTI – Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, a AEB tem dado continuidade aos esforços empreendidos pelo governo brasileiro, desde 1961, para promover a autonomia do setor espacial.

O INPE – Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, produz ciência e tecnologia nas áreas espacial e do meio ambiente terrestre além de oferecer produtos e serviços singulares em benefício do Brasil. Sua visão é ser referência nacional e internacional nas áreas já citadas, pela geração de conhecimento e pelo atendimento e antecipação das demandas de desenvolvimento e de qualidade de vida da sociedade brasileira. Como pode-se observar, esses foram apenas dois exemplos do que o Brasil possui em suas fronteiras, do potencial promissor.

Um pesquisador do INPE solicitou ajuda para a SPLABOR, pois desejava encontrar uma bomba peristáltica que auxiliasse em procedimentos de transferência de fluidos, e também que fosse confiável, permitisse fluxos precisos e dispensasse por volumes. A amostra na maioria dos casos seria peróxido de hidrogênio, e em outros menos frequentes, seriam substâncias menos agressivas.

Após análise junto ao departamento de Assessoria Científica SPLABOR, detectou-se que o Sistema de Bomba Peristáltica MASTERFLEX, composto pelo Drive Digital 0,1 a 600 RPM 07522-20, com a Cabeça de Bomba Easy-Load II 77200-60 e as mangueiras Viton L/S 17 96412-17 e Tygon E-LFL L/S 17 06440-17, atenderia a demanda perfeitamente. A vazão permitida seria de 0,28 a 1700 mL/min – o que agradou o usuário final – e a formulação Viton possui perfil “A” de compatibilidade química para o peróxido de hidrogênio; já a Tygon E-LFL complementa o quesito em ser compatível com outras substâncias.

Com a aquisição, as bombas peristálticas  foram empregadas no abastecimento de peróxido de hidrogênio concentrado, empregado como propelente em propulsores de satélites. Outras duas aplicações foram: Dosagem de soluções durante uma reação de co-precipitação de óxidos mistos com pH controlado; Injeção de H2O2 em um equipamento para concentração do peróxido de hidrogênio – a vazão é controlada de maneira que o H2O2 entre no equipamento com uma concentração de 50%, em peso, e saia com 87%.

Destaca-se a importância em ter um acompanhamento nesta etapa inicial do projeto, para que eventuais erros na aquisição do equipamento para laboratório sejam extintos.

Qualquer dúvida técnica sobre os equipamentos contidos no portfólio SPLABOR e cotações, entre em contato com o Departamento de Vendas ([email protected]) que encontra-se à disposição.

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